CHIANÉLLICO OLÍMPICO – SHEILLA PERDEU PARA CUBA SEM CUBA JOGAR

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17 de agosto de 2016 por Lucas Rafael Chianello

Prezada Sheilla;

Seu sobrenome é Castro e seu número é 13, mas você, como muitas atletas de alto rendimento, é mais uma dessas que vive no mundo paralelo de uma redoma inexistente para a maioria que te assiste.

Portanto, a sua arrogância e pequenez são próprias de um mundo que não existe, por mais razão que você tenha se, ao ler isso, argumentar que tem direito à opinião e que treinou e se esforçou para estar onde está.

sheilla twitterLembra que você postou no twitter, após a vitória da Dilma, que o Brasil seria igual Cuba?

Pois é…

O revanchismo que você atiçou nos golpistas com palavras pejorativas, debochadas e distorcidas ainda nos fará ter inveja de Cuba por um bom tempo.

Lá, desde a revolução liderada pelo teu xará, não teve nenhuma tentativa de golpe de Estado para “corrigir equívocos da maioria”.

Sim, garanto que em Cuba há eleições.

Mais justas que as daqui, inclusive, a começar pelo fato de que lá a plutocracia não tem espaço.

Aqui, a “liberdade” é tanta que até golpe de Estado, em desrespeito ao voto da maioria, você e boa parte dos comandados do honestíssimo Ary Graça, o João Havelange do vôlei, apoiam.

Mas tudo bem.

Teu intelecto raso jamais te permitirá entender.

Lá, onde durante muitos anos o teu xará esteve à frente das decisões, há saúde e educação gratuita para todos.

Aqui, você e muitos desses miseráveis intocáveis do vôlei de alto rendimento, como Nalbert, Giovane, Bernardinho, Lucão, Ana Paula e et caterva, formam a opinião, a partir da posição que ocupam, que política pública é compra de voto.

Lá, a revolução liderada pelo teu xará faz com que campeãs olímpicas como a Mireya Luis (que a Virna certa vez chamou de “negrinhas”) ensinem as próximas gerações a praticar o esporte no qual um dia venceram.

Aqui, a carreira tua e de outros golpistas da redoma intocável dará, no máximo, retorno de juros e correção monetária a planos de previdência privada.

Quem sabe um dia, Sheilla, vocês de fato representem o povo brasileiro, além da patriotada do “com muito orgulho e muito amor”, como o voleibol cubano representa seu povo nas competições internacionais.

Em Barcelona, 1992, em Atlanta, 1996, e em Sydney, em 2000, Cuba foi tricampeã olímpica feminina de vôlei.

A sua geração perdeu, hoje, o privilégio de igualar as cubanas ao sediar uma edição dos Jogos Olímpicos.

Se fôssemos como elas, como você postou no twitter, quem sabe o resultado tivesse sido outro.

Pior para você, que preferiu vencer as olimpíadas do revanchismo barato, na qual só linguarudos aleatórios participam.

Mao Tsé-Tung manda lembranças.

Só não sei dizer um sonoro BEM FEITO em mandarim.

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