30 ANOS EM 30 DIAS – ANO 22 – ENCONTRO COM A VIDA AQUÁTICA

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9 de janeiro de 2016 por Lucas Rafael Chianello

Interiorano, o editor-chefe já tinha ido à praia durante algumas vezes em sua vida, até que depois de vários anos de concreto, asfalto e montanha, houve um reencontro com o mar.

Assim como ocorreu nos seus 21 anos, o editor-chefe participou das convenções paulista e nacional de solidariedade a Cuba. Como Poços de Caldas (MG) é uma cidade na divisa com o Estado de São Paulo, era mais viável ir à capital paulista para participar desses significativos encontros.

Porém, naquele ano a Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba seria no Rio de Janeiro (RJ), no campus da UFRJ na Praia Vermelha. Êxtase total do editor-chefe quando passava ao lado de General Severiano ali, pertinho.

Um detalhe muito importante o editor-chefe não pode deixar de recordar: nessa oportunidade seu exemplar de João Saldanha, uma vida em jogo, que tinha acabado de ser lido, foi autografado por uma das filhas do João Sem Medo.

Porém, se a viagem ao Rio de Janeiro era a mais importante do ponto de vista político, no mesmo ano a viagem a São Luis (MA) era a mais interessante do ponto de vista natural. Já tendo viajado ao Rio de Janeiro em outras oportunidades, o editor-chefe faria a viagem mais longa de sua vida feita até hoje.

Logo num amanhecer, avião vazio tomado em Viracopos, com conexão em Brasília (DF). Era a primeira viagem de avião do editor-chefe. O máximo que o editor-chefe fez ao estar na capital federal foi trocar de avião, na ida e na volta. Não dá nem para dizer que esteve. Ao tomar o avião com destino a São Luis, esse sim estava lotado. Conclusão: Santos Dumont foi o cara. Incrível, quando se está dentro, ver como uma trapizonga de dezenas, centenas de toneladas, voa a sabe-se lá quantos metros de altura.

No dia da chegada em São Luis, o editor-chefe conheceu o centro velho da cidade e no dia seguinte foi gripado aos lençóis maranhenses. Levantou ruim, melhorou com alguns medicamentos, mas voltou a sentir-se mal ainda nos lençóis, um dos lugares mais lindos que conheceu. Não teve jeito: o resto da semana em São Luis exigia uma ida ao médico. Novalgina na veia e o editor-chefe estava pronto para outra.

Na volta, conexões em Brasília (DF) e no Rio de Janeiro (RJ) antes de chegar em Viracopos. Ao saber que no GP da Hungria o motor de Felipe Massa, na liderança, tinha quebrado há três voltas para o final, terminava a expedição do editor-chefe de volta ao litoral.

Era tempo de voltar à vida normal para saber que ao final daquele ano ainda não se formaria em direito. Uma monografia sobre direito de greve ficaria pendente.

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