INFELIZMENTE, FUTEBOL É ASSIM

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3 de maio de 2015 por Lucas Rafael Chianello

Somos instados, a todo momento, a acreditar que “quem quiser, chega lá”. Não existe discurso mais canalha do que esse, uma vez que, regra geral, desde o princípio as condições de uns são melhores do que a de outros.

No futebol não é diferente quanto aos fatores que influem. Sempre tem um com mais dinheiro em caixa, sempre tem um que pode pagar um salário maior ao atleta que se torna a contratação do ano e daí por diante.

A Caldense tinha a vantagem do empate, enquanto o Atlético MG tem a força política da Federação Mineira, tradição, mais torcida, mais exposição na TV, maior estrutura, mais dinheiro em caixa, uma folha de pagamento astronômica, etc.

A Caldense tinha a vantagem do empate, mas mesmo assim era briga de Davi contra Golias.

Para não se tornar o opressor de amanhã, justiça seja feita quanto ao que se alega. Atleticanos argumentam que houve pênaltis não marcados favoráveis ao seu time. Mas que o Jô, telespectador privilegiado da Copa, estava impedido, estava.

Os torcedores da Caldense reclamam, também, de um pênalti não marcado.

Enfim, sempre sobra para o árbitro. E muitos dirão que foi ele quem tirou da Caldense o título que ela conquistaria de forma invicta.

Sem essa de campeão moral apesar de ser uma briga de Davi contra Golias.

Não foi dessa vez. A realidade se impõe. A Caldense perdeu. Infelizmente.

Ao torcedor só resta torcer. Paciência.

Ao torcedor só resta torcer. Paciência.

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