CHIANÉLLICO COPEIRO – APLAUSOS DE PÉ. SEM MAIS

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20 de junho de 2014 por Lucas Rafael Chianello

A Copa já tem sua sensação. Quem diria que no chamado grupo da morte dois dos três campeões ficariam de fora das oitavas de final?

A Inglaterra parou na invenção do futebol e na conquista caseira de 1966. O Uruguai, primeira grande potência da história do futebol, e a Itália, tetra campeã mundial, medem forças na última rodada na luta pela sobrevivência. Podemos falar tranquilamente em mata mata antecipado.

O Uruguai conta com a raça e o protagonismo de Luis Suárez. A Itália ainda aposta num futebol cerebral cuja cadência passa pelos refinados passes de Andrea Pirlo. Há, sem dúvida, ótimos ingredientes para um grande jogo decisivo.

Enquanto isso, só nos resta a emoção e o aplauso. Não importa o que cada país desta Copa representa. O mundo todo, seja dos sofás de suas casas, ou das arquibancadas dos estádios, deve levantar-se e reverenciar os atletas e a comissão técnica que estabeleceram enorme façanha diante de tradicionais monstros sagrados do futebol mundial.

Ao menos por enquanto, a Costa Rica é a essência da Copa.

Brian Ruiz escora. Não estufou a rede, mas entrou. A Costa Rica, modesto país da América Central, é a primeira classificada do chamado grupo da morte.

Brian Ruiz escora. Não estufou a rede no fundo do gol, mas entrou. A Costa Rica, modesto país da América Central, é a primeira classificada do chamado grupo da morte.

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