SUGESTÃO DE LEITURA

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2 de junho de 2013 por Lucas Rafael Chianello

Eu tinha 15 anos e poucos meses antes de iniciar as aulas de violão, alguns amigos de colegial me iniciavam no rock. Porém, enquanto todos gostavam de heavy metal e o Iron Maiden era o grande expoente, eu buscava algo diferenciado. Além dos Beatles, fui parar no rock progressivo. Como isso aconteceu, detalhadamente, conto outro dia.

Durante muito tempo do primeiro ano de colegial dediquei minha curiosidade ao um modesto estudo pessoal sobre a lenda de Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda, boa parte disso inspirada pelo álbum temático do tecladista Rick Wakeman. Meu pai tinha dois vinis dele, mas eu só havia escutado o referente à lenda arturiana, quando ele me perguntou: “e o outro, você já escutou”? “Não”. “Peraí, escuta comigo, depois você volta a escutar o do Rei Arthur”.

Agulha no disco preto, uma salva de palmas e o início de uma música orquestrada em concerto com efeitos de teclados e sintetizadores. Era a grande obra prima do tecladista.

Tempos depois, fui ao sebo e comprei por R$ 2,00 uma adaptação de Carlos Heitor Cony, minúscula e de poucas páginas. Preguiçoso, li em três dias. Meus avós paternos, passando férias em Poços de Caldas, leram numa tarde.

Por um descuido imperdoável, não sei onde o exemplar foi parar. E como quando perdemos não sabemos onde esteve, está ou ficou, não sei se foi antes ou depois de  perdê-lo que assisti, na capital maranhense, uma interessante adaptação para o cinema passada nos dias atuais.

Até que um dia me deparo com uma tradução que depois de ficar certo tempo na estante, proporcionou-me o saudável hábito de substituir o facebook por ela antes de dormir. Um monstro sagrado dos clássicos de ficção.

Leitura indispensável.

Leitura indispensável.

“Para concluir, devo acrescentar que esta Viagem ao centro da Terra causou enorme sensação no mundo. Foi impressa e traduzida em todas as línguas; os mais conceituados jornais publicaram os seus principais episódios, que foram comentados, discutidos, atacados, sustentados com igual convicção tanto pelos crentes quanto pelos descrentes”.

Boa leitura a todas e a todos!

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