JUAN PABLO MONTOYA

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29 de janeiro de 2013 por Lucas Rafael Chianello

Nos anos 90 eu gostava mais de assistir a chamada “Fórmula Mundial” do que a F-1. Depois do inquestionável domínio de Alessandro Zanardi, eis que um colombiano assume seu lugar, mantém a Ganassi na ponta e é campeão em seu ano de estreia.

Assim como Villeneuve, ele vai para a F-1 depois de vencer a “F-Mundial” e as 500 Milhas de Indianápolis. Vai para a F-1 depois de se tornar ídolo nos EUA. Encara Schumacher de frente, dá uns “passões” no alemão, se candidata a futuro campeão. Acaba que nada dá certo e ele volta pros EUA.

O que faltou para superar Schumacher? Talvez correr com mais consciência, com mais maturidade. Ou então nada, pois Schumacher foi praticamente insuperável. O fato é que uma vez que resolveu voltar aos EUA, de certa forma Montoya teve sucesso ao voltar ao seu palco preferido: venceu ontem, assim como em outras ocasiões (google free), as tradicionais 24 horas de Daytona. Não foi sozinho, foi ao lado de Memo Rojas, Scott Pruett e Charlie Kimball. Mas venceu.

Montoya é a amostra de que por mais inconfundível que seja a F-1, também há automobilismo fora dela, coisas que valem a pena acompanhar. E que é possível ser vitorioso no automobilismo de várias maneiras.

Mesmo sem o título da F-1, mais um troféu pra galeria.

Mesmo sem o título da F-1, mais um troféu pra galeria.

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